Sempre respeitando a sua própria maneira de expressar a vida e a arte, Izabel aperfeiçoou-se em aquarelas, pastéis, acrílicos e pontilhismo.

Pontilhismo (também designado por divisionismo), é uma técnica de pintura, saída do movimento impressionista, em que pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição, uma mistura óptica nos olhos do observador (imagem). Esta técnica baseia-se na lei das cores complementares, avanço científico impulsionado no século XIX, pelo químico Michel Chevreul. Trata-se de uma consequência extrema dos supostos ensinamentos dos impressionistas, segundo os quais as cores deviam ser justapostas e não entre mescladas, deixando à retina a tarefa de reconstruir o tom desejado pelo pintor, combinando as diversas impressões registradas.
 

A técnica de utilização de pontos coloridos justapostos também pode ser considerada o culminar do desprezo dos impressionistas pela linha, uma vez que esta é somente uma abstração do Homem para representar a natureza.
 

Esta técnica foi criada na França, com grande impulso de Georges Seurat e Paul Signac, nos idos do século XIX.


Fonte: Wikipedia

A sensação e ação da Artista que o realiza:


"O pontilhismo nos dá oportunidade de nos libertarmos das inúmeras técnicas existentes e sentir o efeito imediato das cores num papel totalmente branco, formando vários desenhos através de contrastes. Eu particulamente sou fascinada pelo pontilhismo e me dedico a esta técnica desde 2004, apesar de já conhecer a técnica desde 1978, na Escola Panamericana de Arte.


Quando me proponho a fazer trabalhos de pontilhismo, procuro fazer alguns intervalos com outras técnicas (ex. pastel , aquarela e acrílico) no intuito de me poupar um pouco de possíveis lesões em função do movimento repetitivo. No entanto, quando estou envolvida em um trabalho de pontilhismo, a minha vontade é não parar até concluí-lo, pois parece que entro num mundo totalmente mágico. Aos nossos vários mestres que através da ousadia nos proporcionaram outras formas de expressarmos a arte que vem da alma, meu muito obrigada e minha profunda admiração."


Izabel Litieri

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